sábado, 11 de setembro de 2010

A transformação começa dentro de cada um

Que o mundo anda cheio de problemas e que as pessoas estão, progressivamente, mais individualistas, é do conhecimento de todos! O desafio da humanidade atual é reverter esse quadro e fazer cada cidadão pensar no próximo como se estivesse pensando em si próprio. A tarefa não é fácil, mas não custa nada tentar.
Num dos capítulos do Levítico, o terceiro livro da Bíblia, encontra-se o seguinte: "Não te vingarás nem guardarás ira contra os fillhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo: eu sou o Senhor"(Lev. 19, 18). Embora o versículo não seja tão conhecido em sua completude, a frase "amarás o teu próximo como a ti mesmo" foi e ainda é bastante divulgada na sociedade. Porém, a força de seu significado fica, muitas vezes, restrita ao campo teórico. E isso se evidencia quando nos damos a oportunidade de parar alguns instantes e refletir sobre o nosso papel no mundo: estamos, de fato, amando o próximo como a nós mesmos? Diante de tantas atribuições, não temos tempo (sempre ele!) de ocupar o nosso dia-a-dia com atividades em que o outro seja o foco. A vida cheia de responsabilidades; o mercado que exige, cada vez mais, profissionais qualificados; o tempo curto para fazer tantas coisas (ora é aliado, ora é vilão), esses são só alguns pretextos utilizados por nós para nos "desculparmos" pela falta do amor alheio. É válido ressaltar que amor, aqui, está sendo tratado em seu sentido mais amplo.
Às vezes, as pessoas se enganam e pensam que uma simples contribuição na vida de alguém não é algo tão significativo. A famosa pergunta "O que eu posso fazer para mudar o mundo?" vem, quase sempre, acompanhada da resposta "Nada". E é aí que está o equívoco! Em vez de só reclamar sobre os problemas que existem, o correto mesmo é partir para a ação. É pensar naquilo que pode ser feito para transformar a realidade na qual está inserido(a). O que não falta é coisa para fazer, basta olhar para o lado.
O grande desafio mesmo é fazer o exercício de se desprender de valores egoístas. Isso não é nada fácil, porque para amar o próximo é preciso abrir concessões e se doar de forma completa. É preciso ter tempo, vontade e verdade. Não dá para pensar no próximo só para cumprir tabela, para bater ponto. Assim, o mundo não muda. É necessário fazer direito e ter a consciência de que a transformação começa a aparecer quando é um propósito originado dentro de cada um.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Bem-vindos novos agentes experimentais!!!!


Hoje, em um clima de descontração e bom humor, as pessoas que se inscreveram para participar da Agência Experimental foram recebidas pelos membros da instância. Nesse primeiro encontro, os novos membros puderam conhecer as atividades da Agência, tirar suas dúvidas em relação ao trabalho que realizamos e saber mais informações sobre o "Observatório Universitário da Cultura Popular", atual projeto da Agência Experimental.

Para fazer com que os novos membros ficassem mais à vontade e conhecê-los um pouco mais, foram realizadas duas dinâmicas que além de despertar a curiosidade deles (afinal, ninguém sabia qual era o misterioso objeto que havia dentro da caixa rsrs) e fazer com que cada um refletisse sobre si mesmo (e sobre a relação com o outro e com o mundo) também provocaram muitas risadas e os comentários (sempre inusitados e criativos rsrs) de Raulino.

Depois das apresentações, os novos membros fizeram uma breve visita à sala da Agência Experimental (que é compartilhada com o Centro de Comunicação Democracia e Cidadania), fizeram o juramento diante dos 10 mandamentos da Agência (a coisa é séria rsrs) e deram sugestões muito legais para as atividades da instância.

O nosso próximo encontro acontecerá na próxima quarta-feira (08/09), às 14h.

Também gostaríamos de aproveitar esse espaço para dar as boas vindas aos novos agentes experimentais:

Rafael Barreto
Thais Cardoso Motta
Joseane Rosa
Daniele Rodrigues
Luana Azevedo Alves
Leandro Souza